Mais de uma dezena de veículos nacionais passaram a exigir rotulagem quando conteúdo for assistido por modelos de linguagem.

O debate central não é substituir repórteres, mas acelerar tarefas repetitivas: transcrição, resumo de documentos públicos e checagem de consistência factual.

Organizações de imprensa cobram auditorias externas e registro de prompts usados em matérias sensíveis. A ANJ debate um código de conduta setorial até o fim do ano.